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Karly,20 anos.Uma alma feliz.
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|| 19/04/2009

Imagine all the people...

:Doce amargor:

O doce,as cores,os ricos : a bala
maleável,saborosa,infantil
fria no pote, a espera
quente nas mãos que a desejam!

O cheiro anima,adoça
Qual será o misterioso sabor?
Papai, qual árvore será
que dá balas de laranja?

Mais risos, brincadeiras...
A atmosfera mágica e suave no ar
é só o que importa quando se quer brincar
E cada doce é alegria, conquista!

O frio, a lâmina, a cegueira: a bala
Pequena e dura, tão friamente calculada
para ceifar vidas,instaurar dores
A poça,o sangue,a vala

Quantas vidas interrompidas,
quantas lágrimas silenciadas,
quantas almas, sem cor e paralíticas?
Espreitam,consomem,perdem...

A bala,a magia,a morte
O doce, o início e o fim
O carossel, a vida
Aquela velha e fina faca de dois gumes



:: By Kah ás 18h37 ::

|| 05/09/2008

Em ritmo de aula de simbolismo...

:Um sonho vermelho:

O que é o corpo?
A chama inquieta
O desejo contido, querido
A distância e a clausura

A mente inconstante aguarda,
racionaliza, incita
Chora lágrimas de mármore
que corroem o coração

A triste vazia saudade,
e os sombrios pensamentos
cruéis como o Adeus
como um punhal em ilusões

Fere,agoniza a alma
o peito, a chave do Segredo
não conhece respostas
que nem o espírito saberá

É sentimental querer,
aspirar, até implorar
Porém é inalcançavel
Como as paixões ao tato

Em uma eterna sinestesia
O corpo dói e se emociona
o coração treme, geme
E erra-se mais uma vez.



:: By Kah ás 22h33 ::

|| 17/03/2008

De volta a primavera...

:ConCiência:

O homem observa, questiona
não entende os processos, a procedência
ilustra,experimenta,testa
quer todas as respostas, onisciência?

O homem olha, cria novas máquinas
só para mirar atentamente
até que descobre, um novo processo
mas segue com crescente angústia

O homem problematiza, teoriza
investiga, consome, robotiza
novos remédios, novas técnicas, novas agonias
e continua longe a cura da tristeza

O homem abre, disseca
apenas o que está além dos seus olhos
descobre seu pulso, suas batidas
mas não penetra sua própria alma

O homem cria, voa, aterrisa
precisa saber a que veio,
quem veio, e por quê
será que na ânsia, esquece de viver?



:: By Kah ás 23h27 ::

|| 01/01/2008

Do latim 'natális', derivada do verbo 'nascor, nascéris, natus sum, nasci', significando nascer, ser posto no mundo

:Concepção natalina:

A casca se rompe, o novo desconhecido irá se abrir
Uma nova vida boceja, ansiosa por descobertas
Um novo caminho, de percalços bons e ruins
Uma nova chance de construir, celebrar, unir

A natureza renova-se, suas folhas tão amarelas e sábias,
caem, dando um último adeus a terra natal
A aurora traz boas estrelas, ricas sementes
jovens vidas que desejam celebrar boas festas

A esperança estende os braços, abrigando, dando proteção
promessas de frutos que virão ao longo das estações
ilusões imaturas e inocentes, que se renovam, mais uma vez
sonhos que de tão maduros despencam, e mais desejados são

Então é Natal, as dívidas são esquecidas, os males perdoados
até inimigos tornam-se irmãos: deveres cristãos
E a esperança treme, tal como vela
desejando que, para sempre, esse espírito se mantenha.



:: By Kah ás 19h04 ::

|| 16/12/2007

"Vamos celebrar nossa bandeira,nosso passado de absurdos gloriosos"

:O preço da humanidade:

O que importa?
Novos territórios são anexados,
a fé espalha-se
continentes são europeizados

E há glória, mesmo que...
haja genocídios em massas,
conquistas baratas
crianças mortas e esquálidas?

O que importa?
A raça ariana é a mais forte
A nação se reergueu
O mundo será nosso!

E há glória, mesmo que...
haja cobaias humanas,
sacrifícios, horrores
semeadura de cadáveres?

O que importa?
Conquistamos especiarias,
poços de petróleo, riquezas metálicas
inúmeras pedrarias

E há glória, mesmo que...
disparidades sejam inventadas
a religião seja manipulada
e a população "libertada"?

O que importa?
O ser humano sabe.
E há glória, mesmo que...
ele não enfrente?



:: By Kah ás 18h15 ::

|| 11/12/2007

Pensando...

Carpe diem

Os segundos ultrapassam a barreira dos minutos
A vida expira rapidamente
Sonhos são consumidos, vividos
O tempo aspira a mente

Momentos bons, momentos ruins,
relógio veloz, relógio ancião
Tão moderno é o badalar das horas
Tão épicos os divertimentos são

Basta um segundo, uma palavra
conjunturas mudam, revoluções acontecem
E uma nova era faz-se do passado
E lá está o relógio, impassível

O prazer pode ser indefinível
e talvez faltam palavras a decifrá-lo
Porém, o relógio faz-se prente
A marcá-lo, a cerrá-lo

Se momentos bons virão,
se tempestades aparecerão
O tempo nada sabe; apenas aprecia
Enquanto novos tempos são feitos



:: By Kah ás 22h25 ::

|| 07/12/2007

First feelings

Inaugurando blog...

:Ligeiro adeus:

Os sonhos soltos, os fios presos
A mente aberta, o revoar de estrelas
Sonhos estilhaçados, guardados
Imaculados, servidos, usados

A ave pura, o semblante suave
asas brancas, tão idealizadas
o pio triste, insistente
a voz que se cala

A prisão de palavras,
a muralha de argumentos,
vontades esquecidas,
verdades inimagináveis

E a pena, sempre pronta
a servir, a aguardar
a torrente de emoções
a fuga desejada.

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:E no fim...as trevas:

Bolhas estouram, farpas viajam
Suor, sangue, terror
Soldados de chumbo
ou de emoções?

Lutas amigas, armas brancas
destinos negros...fétidos
ordens de cima, sem motivo?
interesses monetários

Mas...e as crianças?
acidente de percurso
e os viúvos?
indenizações frias

O gelo corta, como a lâmina
mata em silêncio
comemora com as notas fiscais
imundas e novas

A bandeira se eleva
e no final das contas
milhões trocam de mãos
e espectros sobem...até quando?

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:Se o que se quer é o que se teme:

Quando a tempestade avança,
as brumas cegam,
em um nevoeiro de emoções
E as palavras não bastam

Ali o coração, trêmulo, sufoca
A escuridão, cega, inquieta;
Pensamentos se confundem
E a razão não consegue explicar

A angústia é fiel, e prisioneira:
parasita a esperança
amplia o sofrimento
E é difícil sonhar

Logo, o silêncio impera,
o medo limita, comanda
as lágrimas nascem
E não é possível sorrir

Então, os lábios umedecem,
os sentidos se confundem,
as emoções não afloram
E o corpo é frio

Mas, o coração ainda bate,
e morna a carne treme,
a emoção quer sua liberdade
E, ainda, o temor impede

É difícil suportar as limitações
pensar nos problemas
encarar as verdades, inocentes
E se sentir triste

Impossível é não querer a vida
e não sentir os olhos
calar a expresão...a emoção
E não estar aqui

Agora, o mundo está longe
e talvez não importe mais
É preciso sentir...
E tentar ser feliz mais uma vez

Se, os braços não concordarem
e o coração se mantiver gelado
a alma se mantiver escrava
E o sofrimento...continuará?

Assim a vida circula,
a despeito de tudo, viva
Lentamento...escorrendo
E as esperança se mantém

Porque é preciso
se querer é a essência
se tudo é assim
E permance, sempre.



:: By Kah ás 21h45 ::



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